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festival ‘É Tudo Verdade’ encerra edição 2020 neste fim de semana

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São Paulo – Está chegando ao fim o 25º Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade”. A maior mostra de documentários da América Latina – que exibiu 61 títulos em plataforma de streaming nos últimos oito dias – se encerra neste fim de semana (3 e 4) com produções nacionais e internacionais “imperdíveis”.

A programação de hoje começa cedo, às 11h, com Santiago das Américas: O olho do terceiro mundo (2019), de Silvio Tendler. O consagrado documentarista brasileiro traz um olhar sobre a vida e obra do colega de ofício cubano Santiago Álvarez, responsável por registros históricos da Revolução Cubana (1959) e da desintegração da União Soviética, entre outros eventos.

Na sequência, às 13h, será exibido O Rei Nu (2019), do alemão Andreas Hoessli. O longa concorre na competição internacional do É Tudo Verdade. A obra retrata a relevância dos jovens em momentos históricos no Irã e na Polônia.

A partir das 14h, a programação fica por conta de uma sequência de curtas.

divulgação
(reprodução)

Já às 15h, é a vez de um dos destaques desta edição, o premiado documentário brasileiro Fico Te Devendo Uma Carta Sobre o Brasil (2019), de Carol Benjamin. A obra mostra e analisa os impactos da ditadura civil militar (1964-1985) sobre três gerações de uma família. Após a exibição, ocorrerá um debate on-line com a presença do cineasta João Moreira Salles e da atriz Leandra Leal. Ambos foram coprodutores da obra, que trata de três gerações de uma família impactadas pela ditadura civil-militar (1964-1985).

O dia se encerra com mais dois documentários: Influência (2019), de Richard Popla e Diana Neille e Segredos do Putumayo (2019), de Aurélio Michiles; ambos participam da competição por melhor documentário internacional.

Domingo

A programação do domingo começa também às 11h, com o paulistano Garoto: Vivo Sonhando (2020), de Rafael Veríssimo. A obra, que começou a ser produzida em 2014, se debruça sobre a vida e a obra de um dos grandes talentos brasileiros dos instrumentos de corda, Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto (1915-1955).

Outros dois documentários serão exibidos antes do encerramento: Segredos do Putamayo e Brouwer, a Origem da Sombra, de Katherine Gavilan e Lisandra Lopez Fabe.

A partir das 18h serão conhecidos os vencedores da mostra competitiva do festival. São 14 premiações, divididas entre categorias nacionais, latino-americanas, internacionais, além de prêmios da crítica e do júri.

Após a premiação, será exibido um documentário especial para encerrar o festival. Trata-se do longa-metragem Wim Wenders: Desesperado (2019), de Eric Friedler e Andreas Frege. Inédito, um dos títulos mais esperados da edição 2020 do É Tudo Verdade lança luz sobre um dos maiores gênios do cinema mundial. O alemão Wim Wenders foi responsável por filmes como Paris, Texas (1984) e As Asas do Desejo (1987).

Edição: Fábio M. Michel

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São Paulo – Government, businessmen and some parliamentarians were in tune with the defense of the bill that, if approved, would lead to the creation of Law 13,467 in 2017. The so-called labor reform, after all, would lead to the creation of millions of jobs. This would happen to the extent that it would end the rigidity of the legislation, which they treated as being “plastered”, facilitating hiring and giving the much-needed “modernization” to the Brazilian labor market.

Because the law completed three years on November 11 “and nobody celebrated, not even timidly”, recalls analyst Marcos Verlaine, from the Inter-Union Department of Parliamentary Advisory (Diap). “Among the expectations generated by the authors, the government of that time, the businessmen, who sponsored, defended and acted strongly in Congress to approve it, the media and reality, remained the harsh reality”, he says, in an article. He defines the measure passed by Congress as a “capital Trojan horse” to implode labor rights.

Collective bargaining?

The insistent defense of the “negotiated over the legislature”, a recurring expression at the time, was not to privilege negotiation, notes the analyst. “It was to remove rights, since the negotiations – both CCT (ccollective labor agreements) and ACT (collective labor agreements) – they never prevented, on the contrary, that the conventions surpass the CLT, nor that the agreements surpass the conventions. ”

The “millions” of jobs did not come, even before the pandemic. The growth in occupation was basically due to informal work. In 2016, the year before the “reform”, the country had 10.1 million unpaid employees in the private sector and 22.4 million self-employed workers. Last year, they were 11.6 million and 24.2 million, respectively (check table). The data are from the National Household Sample Survey (Pnad) Continua, from IBGE.

Modernization or precariousness?

Employment with a wallet fell. And the Gini index at work, which measures inequality, which until 2015 fell, rose again the following year and has not stopped.

The “reform” introduced hiring modalities, such as intermittent work. They were also presented as items of the necessary “modernization”, but union members and researchers identify them as additional signs of precariousness in the market. Although still small, the participation of the intermittent modality has been growing.

This week, the Federal Supreme Court (STF) began to judge direct actions of unconstitutionality against intermittent work. In his vote, the rapporteur, Minister Edson Fachin, considered the item unconstitutional and causing damage to workers’ health. But his colleagues Kassio Nunes Marques and Alexandre Moraes were in favor of the sport. The trial was interrupted by a request for view from Minister Rosa Weber.

If it is impossible to revoke the law in its entirety, Verlaine suggests specific changes, citing intermittent hiring. “It is necessary to negotiate with all political and social actors in order to bring about changes in this scorched earth scenario” he argues.

read more: ‘Labor Reform’: Stories of a False Promise and Changes in ‘Endless Destruction’

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